Uma megaoperação realizada pela Receita Federal e pelo Ministério Público de São Paulo revelou um esquema bilionário de sonegação fiscal envolvendo o grupo Refit. A empresa do setor de combustíveis é acusada de causar um prejuízo estimado em R$ 26 bilhões aos cofres públicos por meio da sonegação de impostos estaduais e federais.
A ação mobilizou aproximadamente 700 agentes públicos que cumpriram 190 mandados de busca e apreensão em cinco estados brasileiros — São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Maranhão — e no Distrito Federal. Entre os envolvidos estavam promotores, auditores fiscais e policiais civis e militares.
O conglomerado investigado, dono da antiga refinaria de Manguinhos no Rio de Janeiro, possui dezenas de empresas no setor petrolífero. As investigações apontam que a organização criminosa utilizava uma rede complexa para transferir recursos ilícitos para fundos internacionais e empresas estrangeiras como parte do processo para lavar dinheiro proveniente da sonegação fiscal.
Até o momento, cerca de R$ 8 bilhões em bens dos suspeitos foram bloqueados judicialmente. O grupo Refit ainda não se pronunciou sobre as acusações. A operação é uma das maiores já realizadas contra crimes tributários no Brasil devido ao seu impacto financeiro significativo nos cofres públicos estaduais, especialmente em São Paulo, onde a empresa está entre os maiores inadimplentes fiscais.
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